Planejamento Estratégico como ferramenta da sua empresa

Planejamento Estratégico como ferramenta da sua empresa

Elaborar e não engavetar

 

A entrada do 4º trimestre coincide com o período quando a maioria das empresas já está finalizando seu planejamento estratégico para 2017 em diante. Grandes, pequenas ou médias, todas as organizações sabem da importância dos planos e investem esforço e tempo para isso. Com maior ou menor grau de detalhamento, com estratégias mais genéricas ou mais específicas, até o final do ano os planos estarão prontos para começarem a ser implementados. Mas… estarão mesmo?

A pergunta reflete a maior preocupação dos gestores, principalmente os pequenos e médios empresários, acostumados a trabalhar sobre planos que, mesmo robustos, acabam não sendo colocados em prática como deveriam. Trata-se da famosa expressão: “o plano é bom, mas não saiu da gaveta”.

Mais de 20 anos de experiência na elaboração e implementação de planos estratégicos nos permitem dizer que a dificuldade de se garantir a execução dos planos se deve normalmente a alguns fatores:

  • Falta de envolvimento de pessoas representando os departamentos estratégicos.
  • Nem todos dão a mesma prioridade ao assunto participando 100% do tempo, do início ao fim da criação do plano. Isso acaba por diminuir seu engajamento na execução também.
  • Plano de ação que não define adequadamente os responsáveis por cada atividade ou os prazos coerentes para a execução de cada uma.
  • Inexistência de um processo de acompanhamento eficaz, que seja formal, sistemático e que tenha um responsável por mantê-lo em dia (idealmente este responsável deve ser o líder maior da organização).
  • Falhas no dimensionamento dos recursos necessários para implementar todas as ações.
  • Divergências de opinião em relação às estratégias e consequente desalinhamento das atividades entre diferentes áreas que deveriam atuar na mesma direção. Isso também se deve à ausência de alguns participantes durante algumas etapas do planejamento.
  • E, finalmente, uma visão limitada do planejamento estratégico ao considerar que planejar é estabelecer metas bem definidas, terminando por acompanhar apenas os indicadores de resultados ao invés das ações. As métricas são parte relevante do planejamento estratégico da empresa, mas não adianta puramente analisar números e estatísticas se eles não derem respostas concretas sobre a gestão dos projetos e iniciativas, ou seja, a parte tática do plano.

Os consultores da Neovolution trabalham junto dos gestores das empresas a fim de mitigar os riscos apontados acima e compartilhar com os mesmos sua experiência para que seus planos efetivamente aconteçam, empenhados em fazer com que o planejamento estratégico seja realmente um processo integrativo, interativo e participativo.

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